Depoimentos

 

“Através da coralista Maria  Isabel de Angelis eu ingressei no Copas em 2006 , um ano abençoado: 30 anos antes, casava na Igreja dos Passos : 10 de setembro . Minha primeira apresentação foi exatamente nesse mesmo dia, onde cantamos em comemoração à Nossa Senhora das Dores. A noite foi coroada com a bênção do Padre Élcio e a presença de toda minha família. Naquele dia dava início a realização de um sonho: cantar para Deus . O importante, para mim, é que o meu canto vem do coração, louvando e agradecendo a Deus por fazer parte dessa família há 20 anos: Copas.” Angela Morais

 

“Caros irmãos e irmãs.

Desde que viemos morar na cisrcunscrição da Igreja ‘Senhor dos Passos e Nossa Senhora das Dores’, no início do ano de 1986, começamos a frequentar a  missa dos domingos, às 18:30 horas. Tomamos contato com o coral dos Passos e lembramos de um fato interessante. Nos anos sessenta, quando ingressamos na Faculdade de Filosofia para cursarmos o licenciatura de Pedagogia, tivemos os primeiros contatos com o canto coral, organizado na faculdade, cujo maestro era o nosso Antonio Barja Filho, de saudosa memória, que logo nos convidou para fazer parte daquele grupo, além de outros como o teatro e o esporte. Assim fizemos, nos raros momentos livres, entre o trabalho e o curso superior, percebendo desde logo, o significado do canto coral, não só pelos motivos de lazer e de cultura, mas principalmente pela dimensão pedagógica da evangelização, agora pela música sacra, cujos expoentes podemos enumerar os contemporâneos, Juan Manuel Serrano Júnior, Irmã Miria Kolling, Pe. Lúcio Floro e o nosso Pe. Ximenes Coutinho, como outros tantos cujas melodias e letras permeiam nossa liturgia. Depois de uma ausência significatva, envolvidos por outras atividades religiosas e o trabalho, voltamos ao ninho musical, com cujos valores nos identificamos na música sacra que, como nos diz o nosso maestro José Antonio Mesquita Leandro, de há muito, sobre a Função Ministerial do coral: – ‘enriquecer o canto do povo, com maiores possibilidades de variar os textos e as melodias; criar espaços de descanso que fomentem a contemplação, em celebrações mais festivas ; dar colorido mais próprio a cada uma das celebrações do ano litúrgico, favorecendo ao povo uma vivência mais intensa da diversidade do ministério cristão e animar o canto da assembleia, guiando e sustentando as vozes do povo”, cujas bases estão na Obra “A Música Litúrgica no Brasil, Estudo 79 da CNBB, no. 255. Enfim, vale dizer que nossas vozes, nem sempre educadas propriamente, podem servir, contudo, ao povo de Deus para salmodiar as atividades litúrgicas, de cada um e da comunidade, como forma saudável e eficaz de adorar o Deus Trino, neste mundo tão carente de alegria e musicalidade.
Santos, 09 de junho de 2010.”     Sebastião Nunes ( em memória)

 

“Como tenho participado de outros corais na cidade em que moro – Campinas – e por saber que existia um coral próximo a minha residência temporária em Santos, solicitei a interferência de um amigo para me apresentar ao coral da igreja. Até então esse coral era um conjunto de pessoas e eu não tinha nenhuma referência a respeito de sua atuação, quem era o maestro, que músicas eram cantadas, enfim, aquele grupo seria, para mim, um relax para as noites de quartas-feiras e a oportunidade de conhecer outras pessoas.
 Foi assim que tudo começou e foi assim que tudo mudou, felizmente.
Então, desde o primeiro dia, fui recebido pelo Leandro e pelos membros do coral com uma acolhida sincera, simpática e espontânea. Comecei a participar dos ensaios e, em menos de um mês, tive o privilégio de fazer parte do coral na missa de Finados! E tudo isso me empolgou tanto, que convidei alguns amigos para participar comigo desse momento tão especial. E todos foram unânimes em reconhecer que eu estava fazendo parte de um coral tão afinado e tão bem conduzido que eles jamais haviam conhecido! Aí então percebi que este coral não era mais um relax das noites de quarta-feira, mas sim um conjunto disciplinado, afinado, responsável, regido por um maestro exigente, capaz de repetir um mesmo trecho da partitura até atingir a perfeição. E desde então fico esperando chegar as quartas-feiras com muita ansiedade para poder participar dos ensaios com todo empenho e dedicação.
 Hoje eu sei que, pode até ser pecado, mas tenho muito orgulho de poder participar do COPAS. E agradeço a todos que tão bem me acolheram e me proporcionaram essa oportunidade. Um grande abraço do baixo Frederico.”
“Entrei para o Copas em abril de 1986 porque já frequentava a paróquia e fui convidada por duas coralistas, Idalina e Arlete (em memória), que eram minhas clientes na loja. Participei de um ensaioe gostei na hora! Até porque já cantei em coral quando nova e conhecia muitas músicas e fui muito bem recebida! Permaneço até o momento porque me faz muito bem estar perto dos queridos coralistas e me sinto revigorada a cada ensaio, apresentação, fazendo o que gosto…muito obrigada!!! ” Emi ( em memória)
“Ingressei em 1996 e eu gosto de cantar, sinto-me feliz e também me
faz esquecer das passagens tristes da vida. O motivo que me levou a cantar e permanecer no Copas foi porque um dia elevei o pensamento a Deus, pedindo que me indicasse o caminho que eu
deveria seguir, foi quando ao participar da missa de domingo, enquanto cantava as
músicas as pessoas do lado pediam para eu entrar no coral. Eu nunca estudei música, porém depois de  anos de ensaios do Copas afirmo que todo dia aprendo um pouco mais.” Maria Barberá
“Entrei no COPAS em 1996. Em 2007, quando assumi o cargo de coordenador do Conselho Paroquial da Paróquia do Senhor dos Passos, devido ao acumulo de afazeres pois era simultaneamente também Coordenador do Curso de Computação, após conversa com o Regente Leandro, pedi licença das Atribuições do Coral. Após esse longo período de licença, voltei em janeiro de 2012. Permaneço no COPAS com imenso orgulho e satisfação. A música também tem a finalidade de ‘desembrutecer o ser humano’. Ela alimenta a alma e também é entretenimento. Além de tudo isso é notório no ambiente dos coralistas o clima de irmãos, todos de uma mesma família. Tenho Orgulho em pertencer à esta Família.”
Arlindo Duarte Zanaroli
“Eu era adolescente quando vi o Copas Jovem cantar. Não gostava muito de ir às missas mas me empolguei a ver tantos jovens cantando. Fui muito bem acolhida e aprendi muito! Nosso sonho era entrar para o Copas quando adultos mas mudei de cidade antes.
Amei o tempo em que cantei nos Passos com o Leandro e tantos amigos que fiz. O que cantei ficou guardado na memória, um Evangelho vivo. Saudades  e gratidão por tudo o que aprendi.” Júlia Santos
Você também cantou no Copas, Copinhas e Copas Jovem? Nos envie o seu depoimento: coraldospassos@gmail.com

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